quinta-feira, 13 de outubro de 2016

CAMINHO A CRISTO - O Amor - O Que Deus É

O Amor - O Que Deus É

(1) De que maneira Deus nos mostra Seu maravilhoso amor? ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________
Salmo 145:15,16

A natureza e a Revelação, ambas dão testemunho do amor de Deus. Nosso Pai celeste é a fonte de vida, de sabedoria e de felicidade. Contemplai as belas e maravilhosas obras da natureza. Considerai a sua admirável adaptação às necessidades e à felicidade, não só do homem, mas de todas as criaturas viventes. O sol e a chuva, que alegram e refrigeram a terra; as colinas, e mares e planícies - tudo nos fala do amor de quem tudo criou. É Deus quem supre as necessidades cotidianas de todas as Suas criaturas.

(2) Como a Bíblia descreve a respeito de Deus? ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________
1 João 4:16

Deus criou o homem perfeitamente santo e feliz; e a formosa Terra, ao sair das mãos do Criador, não apresentava nenhum vestígio de decadência ou sombra de maldição. Foi a transgressão da lei de Deus - a lei do amor - que trouxe sofrimento e morte. Contudo, mesmo em meio dos sofrimentos que resultam do pecado, revelase ainda o amor de Deus. Está escrito que Deus amaldiçoou a Terra por causa do homem. Gên. 3:17. Os espinhos e cardos - as dificuldades e provações que tornam a vida cheia de trabalhos e cuidados - foram designados para o seu bem, constituindo no plano de Deus uma parte da escola necessária para seu reerguimento da ruína e degradação que o pecado operou. O mundo, embora caído, não é todo tristeza e miséria. Na própria natureza há mensagens de esperança e conforto. Há flores sobre os cardos, e os espinhos acham-se cobertos de rosas. “Deus é amor” (I João 4:8), está escrito sobre cada botão que desabrocha, sobre cada haste de erva que brota. Os amáveis passarinhos, a encher de música o ar, com seus alegres trinos; as flores de delicados matizes, em sua perfeição, impregnando os ares de perfume; as altaneiras árvores da floresta, com sua luxuriante ramagem de um verde vivo - todos testificam da terna e paternal solicitude de nosso Deus, e de Seu desejo de tornar felizes os Seus filhos.

(3) Qual o caráter de nosso Pai Celestial? ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________
Miquéias 7:18

A Palavra de Deus revela o Seu caráter. Ele mesmo proclamou Seu infinito amor e misericórdia. Quando Moisés orou: “RogoTe que me mostres a Tua glória”, o Senhor respondeu: “Eu farei passar toda a Minha bondade por diante de ti.” Êxo. 33:18 e 19.Essa é a Sua glória. Ele passou diante de Moisés, e proclamou: “Jeová, o Senhor, Deus misericordioso e piedoso, tardio em iras e grande em beneficência e verdade; que guarda a beneficência em milhares; que perdoa a iniqüidade, e a transgressão, e o pecado” (Êxo. 34:6 e 7), Ele é “longânimo e grande em benignidade” (Jon. 4:2), “porque tem prazer na benignidade” (Miq. 7:18). Deus ligou a Si nosso coração por inúmeras provas no Céu e na Terra. Pelas obras da natureza, e os mais profundos e ternos laços terrestres que pode imaginar o coração humano, procurou Ele revelar-Se a nós. No entanto, estas coisas só muito imperfeitamente representam o Seu amor.

 (4) De que maneira Satanás deseja que imaginemos a Deus? ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________

Miquéias 7:17 Não obstante todas essas provas, o inimigo do bem cegou o espírito dos homens, de maneira que foram levados a olhar a Deus com temor, considerando-O severo e inexorável. Satanás levou o homem a imaginar Deus como um Ser cujo principal atributo fosse a justiça severa - um rigoroso juiz, e credor exigente e cruel. Representou o Criador como um ser que espreita desconfiado, procurando discernir os erros e pecados dos homens, para que possa trazer juízos sobre eles. Foi para dissipar essa negra sombra, revelando ao mundo o infinito amor de Deus, que Jesus baixou para viver entre os homens.

(5) Depois do pecado, alguém já pôde ver a Deus? ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________
João 1:18

(6) De que maneira podemos saber acerca de Deus Pai? ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ Mateus 11:27

O Filho de Deus veio do Céu para revelar o Pai. “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, Este O fez conhecer.” João 1:18. “Ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho O quiser revelar.” Mat. 11:27. Quando um dos discípulos fez o pedido: “Senhor, mostra-nos o Pai”, Jesus respondeu: “Estou há tanto tempo convosco, e não Me tendes conhecido, Filipe? Quem Me vê a Mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?” João 14:8 e 9.

(7) Que motivos levaram Jesus para vir a Terra? ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ Lucas 4:18

Descrevendo a Sua missão terrestre, disse Jesus: “O Espírito do Senhor é sobre Mim, pois que Me ungiu para evangelizar os pobres, enviou-Me a curar os quebrantados do coração, a apregoar liberdade aos cativos, e dar vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos.” Luc. 4:18 e 19. Essa foi a Sua obra. Andava fazendo o bem, curando os oprimidos por Satanás. Havia aldeias inteiras onde não existia mais nenhuma casa em que se ouvissem lamentos de enfermo, porque Jesus por elas passara e lhes curara os doentes. Sua obra dava testemunho de Sua unção divina. Amor, misericórdia e compaixão se patenteavam em cada ato de Sua vida. Seu coração anelava com terna simpatia pelos filhos dos homens. RevestiuSe da natureza humana para poder atingir as necessidades do homem. Os mais pobres e humildes não receavam aproximar-se dele. Mesmo as criancinhas para Ele se sentiam atraídas. Gostavam de subir-Lhe aos joelhos e contemplar-Lhe o rosto pensativo, que refletia bondade e amor.

(8) Como Jesus apresentou a mensagem do evangelho? ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ João 1:14

Jesus não suprimia da verdade uma palavra que fosse, mas sempre a proferia com amor. Em Seu convívio com o povo exercia o maior tato, dispensando-lhes atenta e bondosa consideração. Não era nunca rude; jamais pronunciava desnecessariamente uma palavra severa; nunca motivava dores desnecessárias a uma alma sensível. Não censurava as fraquezas humanas. Dizia a verdade, mas sempre com amor. Denunciava a hipocrisia, a incredulidade e a injustiça; mas o pranto transparecia em Sua voz quando proferia Suas fulminantes repreensões. Chorou sobre Jerusalém, a cidade que amava, e que recusava recebê-Lo a Ele que era o caminho, a verdade e a vida. Haviam-nO rejeitado, a Ele que era o Salvador, mas olhava-os com ternura e compaixão. Sua vida foi de abnegação e solícito cuidado pelos outros. Toda alma era preciosa aos Seus olhos. Se bem que sempre Se conduzisse com divina dignidade, inclinava-Se com a mais terna simpatia a cada membro da família de Deus. Via em todos os homens almas caídas, cuja salvação constituía o objeto de Sua missão. Tal é o caráter de Cristo, revelado em Sua vida. Tal é também o caráter de Deus. É do coração do Pai que as torrentes da compaixão divina, manifestas em Cristo, fluem para os filhos dos homens. Jesus, o terno, compassivo Salvador, era Deus manifestado na carne. I Tim. 3:16.

(9) Como trataram Jesus na Terra por nossa causa? ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ Isaías 53:3-5

Foi para nos remir que Jesus viveu, sofreu e morreu. Tornou-Se um Varão de dores, para que pudéssemos tornar-nos participantes das alegrias eternas. Deus permitiu que Seu Filho amado, cheio de graça e verdade, viesse de um mundo de indescritível glória para outro mareado e corrupto pelo pecado e obscurecido pela sombra da morte e da maldição. Consentiu em que Ele deixasse Seu amoroso seio e aadoração dos anjos, para sofrer a ignomínia, a injúria, a humilhação, o ódio e a morte. “O castigo que nos traz a paz estava sobre Ele, e, pelas Suas pisaduras, fomos sarados.” Isa. 53:5. Ei-Lo no deserto, no Getsêmani, sobre a cruz! O imaculado Filho de Deus tomou sobre Si o fardo do pecado. Ele, que fora Um com Deus, sentiu na alma a terrível separação que o pecado causa entre Deus e o homem.

(10) Que palavras exclamou Jesus em sua agonia? ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ Mateus 27:46

Foi o que Lhe arrancou dos lábios o brado de angústia: “Deus Meu, Deus Meu, por que Me desamparaste?” Mat. 27:46. Foi o peso do pecado, a sensação de sua terrível enormidade e da separação por ele causada entre Deus e a alma, que quebrantaram o coração do Filho de Deus.

(11) Por que Deus enviou Jesus, Deus Filho a Terra? ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ 2 Coríntios 5:19

Mas este grande sacrifício não foi feito para engendrar no coração do Pai o amor para com o homem, nem para dispô-Lo a salvá-lo. Não, não! “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito.” João 3:16. O Pai nos ama, não em virtude da grande propiciação; mas sim proveu a propiciação por isso que nos ama. Cristo foi o instrumento pelo qual Ele pôde entornar sobre um mundo caído o Seu infinito amor. “Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo.” II Cor. 5:19. Sofreu juntamente com Seu Filho. Na agonia do Getsêmani, na morte sobre o Calvário, o coração do infinito Amor pagou o preço de nossa redenção.

(12) Como Jesus explicou este ato de amor? ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ João 10:17,18

Disse Jesus: “Por isso, o Pai Me ama, porque dou a Minha vida para tornar a tomá- la.” João 10:17. Isto é: Meu Pai tanto vos amou, que mais ainda Me ama a Mim por dar a Minha vida a fim de vos redimir. TornandoMe vosso Substituto e Penhor, entregando Minha vida, tomando sobre Mim vossas fraquezas e transgressões, sou muito amado de Meu Pai; porque em virtude de Meu sacrifício Deus pode ser justo e, ao mesmo tempo, “justificador daquele que tem fé em Jesus”. Rom. 3:26. Ninguém senão o Filho de Deus poderia efetuar nossa redenção; pois unicamente Aquele que estivera no seio do Pai é que O podia revelar. Só Ele, que conhecia a altura e a profundidade do amor de Deus, podia manifestá-lo. Nada menos que o infinito sacrifício efetuado por Cristo em favor do homem caído, é que podia exprimir o amor do Pai pela humanidade perdida.“Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito.” João 3:16. Ele O deu, não somente para que vivesse entre os homens, tomasse sobre Si os seus pecados, e morresse em sacrifício por eles; deu-O à raça caída. Cristo devia identificar-Se com os interesses e necessidades da humanidade.

(13) Por que Jesus se tornou semelhante a nós? ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ Hebreus 2:11 e Filipenses 2:5-11

Ele, que era um com Deus, ligou-Se aos filhos dos homens por laços que nunca se romperão. Jesus “não Se envergonha de lhes chamar irmãos”. Heb. 2:11. Ele é nosso sacrifício, nosso Advogado, nosso Irmão, apresentando nossa forma humana perante o trono do Pai, achando-Se, através dos séculos eternos, unido à raça que Ele - o Filho do homem - redimiu. E tudo isto para que o homem pudesse ser erguido da ruína e degradação do pecado, a fim de que refletisse o amor de Deus e participasse da alegria da santidade.

 (14) Que privilégio temos hoje? ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ ____________________________________ 1 João 3:1

O preço pago por nossa redenção, o infinito sacrifício de nosso Pai celestial em entregar Seu Filho para morrer por nós, deveria inspirar-nos idéias elevadas sobre o que nos podemos tornar por meio de Cristo. Quando o inspirado apóstolo João contemplou a altura, a profundidade e a amplidão do amor do Pai para com a raça perdida, foi possuído de um espírito de adoração e reverência; e, não podendo encontrar linguagem apropriada para exprimir a grandeza e ternura desse amor, chamou para ele a atenção do mundo. “Vede quão grande caridade [amor] nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus.” I João 3:1. Em que grande valor é tido o homem! Pela transgressão tornam-se os filhos dos homens sujeitos a Satanás. Pela fé no sacrifício expiatório de Cristo, os filhos de Adão podem voltar a ser filhos de Deus. Assumindo a natureza humana, Cristo elevou a humanidade. Os homens caídos são colocados na posição em que, mediante a conexão com Cristo, podem na verdade tornar-se dignos do nome de “filhos de Deus”. Tal amor é incomparável. Filhos do celeste Rei! Preciosa promessa! Tema para a mais profunda meditação! O inigualável amor de Deus por um mundo que O não amou! Este pensamento exerce um poder subjugante sobre a alma e leva cativo o entendimento à vontade de Deus. Quanto mais estudarmos o caráter divino à luz que vem da cruz, tanto mais veremos a misericórdia, a ternura e o perdão aliados à eqüidade e à justiça, e tanto mais claro discerniremos as inumeráveis provas de um amor que é infinito, e de uma terna compaixão que sobrepuja o amor anelante de uma mãe para com o filho extraviado. Estou muito agradecido a Jesus pelo amor de Deus revelado a mim. Desejo te seguir de todo o meu coração e continuar nesta jornada espiritual por toda a minha vida.

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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

VENCENDO A GUERRA = CARNE X ESPÍRITO



Há uma guerra incessante 
acontecendo na vida de todos. 
Não é a batalha da lei versus a graça.
Esta já foi ganha por Jesus na cruz. É sim 
a guerra do Espírito versus carne:
 “Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito,
 contra a carne,
porque são opostos entre si...”
  Gl 5: 17


A palavra Espírito está em maiúscula e, na gramática, isso significa que setrata de uma pessoa. Observe que Espírito e carne são opostos, são inimigos. Pornão estar atento a isso, há cristãos que vivem no campo da derrota. Então, o que énecessário para ser vitorioso? Vejamos:

Conhecendo a carne


Neste texto, carne não significa corpo ou matéria, não significa o palpável, o gerado e concebido por uma mulher. Não é o corpo físico. Por isso é que o nossocorpo não é a sede de todos os pecados. Quem pensa dessa forma está desvirtuando a Palavra de Deus deixada para orientação de nossas vidas.

Há cristãos que estão equivocados com esta passagem da Bíblia. Para muitos, o seu corpo tem sido o culpado vital de seus fracassos. Porém, esse texto faz alusão à natureza humana. No contexto, os pecados mencionados como obras da carne são pecados espirituais manifestados através do corpo, Gl 5: 19-21. A origem, a sede é a natureza humana; o corpo é apenas um instrumento que pode ser usado para satisfação da carne ou do Espírito, Gl 5: 16 e 24.

Andar a partir do senso e razão pessoal implica em viver sem a orientação de Deus, executar o próprio querer sem se importar com o querer de Deus. E é justamente nesse ponto que muitos cristãos têm tombado e perdido a guerra. Policiam tanto o corpo e se esquecem de tomar conta de suas intenções e vontades. Não conseguem se render inteiramente a Deus e ao Espírito Santo, que é o agente ativo na vida do cristão.

Assim, há uma guerra sendo travada na psique humana, isto é, a carne, as vontades pessoais, a razão humana lutam incansavelmente contra o Espírito. São duas vontades lutando em uma só mente. Por isso, o apóstolo Paulo escreveu:“Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço”, Rm 7: 18-19.

Veja bem, Paulo desejava o bem, porém sua razão não propiciava o realizá-la. É a natureza carnal que faz com que o cristão realize coisas que não quer. Por exemplo: será que uma pessoa tem inveja por que quer? Ou será que tem ciúmes por que deseja?

Preste atenção no que Paulo afirma: “Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” - O que é isso? É guerra entre a natureza pecaminosa e a natureza Santa do Espírito. É guerra da vontade própria e contra a vontade de Deus. Na verdade, existe uma resistência involuntária da parte humana, e é esta resistência que cria este atrito espiritual, ou seja, é a nossa carne resistindo à vontade de Deus.

Conhecendo o Espírito


Mas que Espírito é este? Bem, este é o Espírito de Deus, o qual passa a fazer morada no coração humano quando este aceita a Jesus Cristo como seu Salvador. O Espírito Santo é o agente responsável em conduzir o crente a fazer a vontade de Deus.

Dessa forma, é possível entender porque há uma guerra irreconciliável instalada na mente do cristão. Esse texto de Gálatas é uma prova irrefutável de que existem dois antagonistas (adversários) agindo no coração do crente. Não há outra maneira para explicar o fato de que nem sempre o cristão obedece aos ditames de sua consciência. Se isso tem acontecido é porque existe um ser vivo resistindo e afrontando o nosso próprio querer. Este ser é o Espírito Santo que revela a vontade de Deus para todos.

Jesus não prometeu o Espírito Santo simplesmente para que falássemos em línguas estranhas. Também foi para auxiliar o cristão a subjugar o próprio eu, para fazer guerra contra a natureza carnal. Por isso, para que o crente ande no Espírito, o apóstolo Paulo recomendou: “E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito”, Ef 5: 18.

Intimidade com o Espírito Santo é fundamental para uma vida cristã vitoriosa. Ele é o opositor da carne, é o que docemente constrange o crente a fazer a vontade de Deus. Agora que o leitor já conhece os antagonistas e um pouco desse conflito interior, pode-se perguntar: o que fazer para ser vitorioso?

Espírito x carne, quem vence?


Esta guerra nada mais é do que o querer do ser humano versus o querer de Deus. Pois bem, o ser humano é onisciente? É onipotente? É onipresente? Claro que não. O ser humano é impotente diante de Deus. Mas, mesmo sabendo disso, a natureza carnal se opõe à vontade de Deus. O resultado é a batalha que se trava na mente humana.

No dia-a-dia, o Espírito Santo não importa com os desejos da carne, e sim com o que Deus acha de uma situação. O Espírito tem a incumbência de fazer valer na vida do cristão a vontade do Senhor. Mas para que obtenha total êxito sobre a carne, é preciso que o crente aprenda a viver na dependência de Deus, que reconheça que o seu querer está contaminado pelo pecado, que assuma, de forma cabal, que é da sua natureza carnal que fluem os desejos pecaminosos, Mt 15: 19.

Muitos vivem na derrota porque não têm andado na dependência de Deus. O crente deve estar consciente de que só vencerá se render sua vida a Deus. Por esse caminho, o Espírito Santo tomará o controle total de sua vida. A carne será mortificada e o Espírito será vencedor. Jesus deixou um exemplo sobre o que é viver no Espírito: “Pai, se queres, passa de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, e sim a tua”, Lc 22: 42.

Deus quer que o cristão tenha constantes vitórias. Mas para isso o Espírito tem que vencer a carne. Então o leitor deve viver no Espírito. Mas o que é viver no Espírito? Paulo responde: “logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim”, Gl 2: 20.

Conclusão


A carne, na verdade, tenta constantemente nos impulsionar para baixo, para a derrota, enquanto o Espírito se esforça para nos impulsionar para cima, para a vitória. Porém, para que haja um vencedor, é necessário dar a sua contribuição, fazer a sua parte, que é se render ao agir do Espírito Santo de Deus. Seja um vitorioso.
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Fonte: Jornal Aleluia de setembro de 2005.

IN - http://www.iprb.org.br/artigos/textos/art101_150/art115.htm


O Espírito Santo e missões na igreja primitiva Atos 1: 1-8

O Espírito Santo
e missões na igreja primitiva
Atos 1: 1-8
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O período em que a igreja cristã viveu seu maior crescimento foi o do primeiro século
de nossa era. Ali começou
o movimento de missões.
Os oito primeiros capítulos do livro
de Atos dos Apóstolos explicam a razão desse crescimento: os discípulos deveriam estar revestidos de poder,
v. 4, antes de sair para alcançar
as nações com o Evangelho

Em Atos 1: 8 encontramos a base e a amplitude do plano de Deus para que a igreja executasse missões. Focalizaremos neste artigo a igreja primitiva e a obra missionária.

I - A IGREJA ESTABELECIDA EM JERUSALÉM, Atos 1 a 6
A igreja nasceu em Jerusalém e seus membros se estruturaram para dar continuidade à obra de Jesus. Assim,   três aspectos foram observados por essa igreja:
a) Visão mundial, At 1 - O desafio de Jesus é global, v. 8, e não existe distinção entre missões mundiais, nacionais ou evangelismo local. Todos são vitais e um não pode excluir o outro. Tudo faz parte da grande comissão, Mt 28: 18-20. A partir de então, tornou-se claro para os discípulos que o movimento da igreja não deveria ser apenas em Jerusalém, mas também fora de seus limites.
b) Poder, At 2 - A incumbência que Jesus havia dado aos discípulos de levar o evangelho ao mundo inteiro parecia uma tarefa difícil. E, de fato, teria sido, se o derramar do Espírito Santo não tivesse acontecido, At 2: 1-3. Em poucos dias, aquele grupo de cento e vinte pessoas tornou-se uma multidão de salvos, At 2: 41; 4: 4 e 5: 14.
c) Envolvimento total, At 5 e 6 - A igreja de Jerusalém era uma família, de modo que as necessidades de cada irmão eram supridas e havia cooperação de todos os membros para ajudar os apóstolos, At 6: 1-3. Instituíram o diaconato, escolhendo para tal função homens que deveriam possuir três requisitos básicos: bom testemunho (aspecto social), serem cheios do Espírito Santo (aspecto espiritual) e de sabedoria (aspecto intelectual). Para os apóstolos ficaram reservadas a prática da oração e da pregação da Palavra, At 6: 4. Toda a igreja era, então, completamente envolvida com a obra de Deus.

II - A IGREJA ESPALHADA, At 7 a 12
A perseguição foi o instrumento usado por Deus para desaglutinar a igreja de Jerusalém e alcançar outros povos.
a) Jerusalém e Judeia - A igreja inicialmente se concentrou em Jerusalém. Entretanto, Deus estava firme em seu propósito de levar a bênção do Evangelho às outras regiões e, por fim, a todas as nações. Ocorreu então que, com a perseguição vinda diretamente contra a igreja de Jerusalém, os que foram dispersos começaram a pregar em toda parte por onde passavam, At 8: 1, 4 e 5: 11, 19, 20 e 13: 46, 47. Com a morte de Estêvão, At 6 e 7, as testemunhas de Jesus foram espalhadas.
b) Samaria - Felipe prega em Samaria, At 8: 4-8, e em missão transcultural prega ao etíope, um alto oficial da rainha de Candace, que crê e pede para ser batizado naquele mesmo dia, At 8: 26, 28-36 e 39. A história indica que aquele etíope pode ter preparado o caminho para o posterior estabelecimento de milhares de igrejas no longínquo vale do Nilo, na África.
c) Gentio romano - Pedro prega para Cornélio, um centurião romano. Foi difícil para Pedro, ainda que cheio do Espírito Santo, aceitar a conversão de um gentio. Mas, após uma visão, entendeu que Deus não faz acepção de pessoas, At 10: 9, 23, 34 e 35
d) “até os confins da terra” - Saulo, escolhido por Deus para levar a mensagem aos gentios, At 9: 15, 16, cumpre com êxito a sua tarefa. Em pouco mais de dez anos, e em três viagens missionárias, ele estabelece a igreja em quatro províncias do Império Romano: Galácia, Macedônia, Acaia e Ásia, At 13: 2, 14: 28, 15: 40, 18: 23 e 21: 17.

III - A IGREJA ENVIANDO, At 13 e 14
A expressão “...até os confins da terra” já não parecia uma utopia; tornou-se realidade. A Igreja de Antioquia foi a primeira no envio de missionários. Podemos aprender muito através de seu exemplo:
a) Colaboração, At 13: 1-3 - Em Antioquia, temos o verdadeiro início de missões. Naquela igreja havia profetas e mestres: Lúcio de Cirene, Simão Níger, Manaém, Saulo e Barnabé, v. 1. Nenhum deles era natural de Antioquia; todos eram estrangeiros. Numa reunião de oração, em Antioquia, quando a igreja estava orando e jejuando, Deus separou dois deles para a obra missionária. Os três que ficaram podem ser chamados de colaboradores. Eles representam a igreja que ficou na retaguarda. Os dois que foram enviados representam os missionários. Notemos que eles foram enviados por Deus e pela igreja, vv. 2 e 3.
b) Comunicação, At 14: 27, 28 - Paulo e Barnabé seguem em frente, sempre dando relatórios de seu trabalho à igreja que ficou na retaguarda, orando e sustentando-os com suas ofertas. Por onde passaram, deixaram a semente da Palavra e outros irmãos foram também chamados a colaborar. Assim, a obra cresceu ao ponto de Paulo poder dizer que o evangelho fora pregado a toda a criatura debaixo do céu, Cl 1: 23.
Concluindo,
veja o valor da tarefa evangelizadora assumida pela igreja primitiva e a importância de manter bem informados daquilo que estão realizando tanto os irmãos que sustentam os missionários como as igrejas e entidades que os enviaram. É pregando o Evangelho que vamos alargando as fronteiras do Reino de Deus e arrancando vidas das mãos do diabo.

 in - http://www.iprb.org.br/estudos_biblicos/estudos_1-50/estudos_16.htm

CAMINHOS DA MORTE

CAMINHOS DA MORTE
“Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte” – Pv  14.12
Muitas pessoas pegam um rumo na vida sem se dar conta de que pegaram um rumo de morte. A Bíblia fala de vários destesCAMINHOS DA MORTE. Vejamos alguns:
1. O CAMINHO DO COMODISMO LEVA À MORTE INTELECTUAL   caminhos da morte
a) Pensamentos recorrentes nas pessoas que estão no caminho do comodismo:    “Tá ruim, mas tá bom…”.    “Amanhã eu começo…”.    “Um dia, quem sabe…”.    “É melhor não mexer com isso, não, deixa pra lá”.    “Já tô velho demais…”.     “Paciência, né?”.
b) Vacina Bíblica contra o comodismo:    “Ame a sabedoria e ela cuidará de você” – Pv 4.6
2. O CAMINHO DA “AUTOSSUFICIÊNCIA” LEVA À MORTE SOCIAL  caminhos da morte
Nota: Colocamos “autossuficiência” entre aspas por se tratar de um conceito utópico, impossível de ser realizado. Ninguém no mundo consegue produzir tudo o que precisa para comer, vestir, andar, medicar, aculturar etc. Nós precisamos uns dos outros. E mesmo que alguém — ou alguma empresa — conseguisse tal façanha, ainda precisaria do outro para consumir seus produtos e serviços.
a) Pensamentos recorrentes nas pessoas que estão no caminho da “autossuficiência”:    “Posso cultuar a Deus sozinho, em minha casa”.    “Eu não preciso de ninguém, eu me viro sozinho”.
.   “Só Deus pode me julgar”.
b) Vacina Bíblica contra a “autossuficiência”:     “Sem mim, nada podeis fazer” – Jesus, em Jo 15.1-8.     “Somos um corpo em Cristo” – Rm 12.5 (eu preciso de você, você precisa de mim)
3. O CAMINHO DO PECADO LEVA À MORTE ESPIRITUAL   caminhos da morte
a) Pensamentos recorrentes nas pessoas que estão no caminho do pecado:    “Não dá nada, não!”.    “Ninguém tá vendo”.    “Isso, antigamente, era pecado, agora não é mais não”.    “Se é por amor, não pode ser pecado”.
b) Vacina Bíblica contra o caminho do pecado:    “O salário do pecado é a morte” – Rm 6.23.    “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” – II Co 5.17.    “Sejam obedientes a Deus e não deixem que a vida de vocês seja dominada por aqueles desejos que vocês tinham quando ainda eram ignorantes” – I Pe 1.14.
Apelo:  caminhos da morte
Saiam destes caminhos de morte e encontrem o único caminho que leva a Deus, que leva à vida: Jesus.
“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” – João 14.6.

in - http://www.sitedopastor.com.br/caminhos-da-morte/

Jesus, O Caminho Para o Perdão - Quarta de uma série de sete lições

    Jesus, O Caminho Para o Perdão

    Quarta de uma série de sete lições


Muitas pessoas pensam que o pecado não é nada mais do que uma violação das relações humanas. Elas consideram um ato como pecaminoso somente quando é desaprovado pela sociedade, se viola sua própria consciência, ou se é prejudicial a alguém. Para tais pessoas, corrigir o pecado não é nada mais do que acertar as coisas com as outras pessoas. Quando isto é feito, elas se sentem libertas, tranqüilas.
Mas o pecado é mais do que isto. O pecado é qualquer desvio da vontade de Deus.
"Toda injustiça é pecado" (1 Joáo 5:17).
Pode ser por fazer o que Deus desaprova.
"Toda aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei" (1 Joáo 3:4).
Ou pode ser por deixar de fazer o que é direito.
"Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando" (Tiago 4:17).
O mais grosseiro comportamento para com outro ser humano é pecado somente porque viola a lei de Deus. Depois de cometer adultério e homicídio, Davi escreveu num salmo a Deus:
"Pequei contra ti, contra ti somente, eu fiz o que é mal perante os teus olhos" (Salmo 51:4).
Isto significa que o pecado é mais sério do que muitas pessoas percebem e explica a penalidade que se segue:
"Porque o salário do pecado é a morte" (Romanos 6:23).
Significa, também, que nenhum homem é perdoado enquanto tudo não estiver de acordo com Deus.

O Problema do Pecado

Tornar um pecador justo com Deus não é fácil, nem mesmo para Deus. Deus é perfeitamente SANTO, e a santidade torna qualquer trégua com o pecado impossível.
"Amas a justiça e odeias a iniqüidade" (Salmo 45:7).
Deus é infinitamente JUSTO, e a justiça exige que ele castigue o pecado com a pena que sua justiça prescreve para o culpado: a morte.
"Ninguém vos engane com palavras vãs; porque, por essas cousas, vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência" (Efésios 5:6).
Estes fatos envolvem o homem num terrível apuro. Ele é um pecador. A própria natureza de Deus demanda a separação do homem e a punição dele pela morte.
O homem é incapaz de resolver o problema. Ele não pode negar o fato que é um pecador; e nenhuma boa obra que ele faça o fará inocente. Um homem que cometeu um homicídio não descoberto não se torna inocente se viver o resto de sua vida dentro da lei.
Fazer outras coisas que Deus exige não nos dá credito para abater a dívida dos nossos pecados. Uma vez pecadores, somos como mortos.
"Assim também vós, depois de haverdes feito quanto vos foi ordenado, dizei: Somos servos inúteis, porque fizemos apenas o que devíamos fazer" (Lucas 17:10).

Solução Para o Problema

"Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo,--pela graça sois salvos" (Efésios 2:4-5).
O amor e a graça de Deus não comprometem sua santidade ou justiça. Ele aplicou o golpe que a Justiça requeria. Mas seu amor providenciou seu próprio Filho como um escudo para receber o golpe em lugar do homem pecador.
"Ele foi cortado fora da terra dos viventes; por causa da transgressão o do meu povo, foi ele ferido" (Isaías 53:8).
Estas palavras, escritas centenas de anos antes de Cristo, foram cumpridas com sua morte na cruz. Um escudo de proteção contra o castigo é chamado uma propiciação.
"E ele é a propiciação pelos nossos pecados e não somente pelos nossos próprios, mas ainda pelos do mundo inteiro" (1 João 2:2).
Verdadeiramente, Jesus é o caminho para o perdão dos pecados.
"No qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça" (Efésios 1:7).

Perdão condicional

Ainda que Cristo seja a propiciação para "os pecados do mundo inteiro", nem todos serão salvos por ele.
"E, tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que lhe obedecem" (Hebreus 5:9).
Obedecer a Cristo requer CRER, tendo FÉ nele. Se ele é O CAMINHO, temos que depositar nossa confiança nele.
"Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa" (Atos 16:31).
É claro que esta fé tem que ser forte o bastante para criar em nós uma resolução de abandonar o pecado. Isto é ARREPENDIMENTO.
"Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância; agora, porém, notifica aos homens que todos, em toda a parte, se arrependam" (Atos 17:30).
Nossa fé tem que ser bastante forte para nos levar a CONFISSÃO pública.
"Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação" (Romanos 10:10).
E temos que crer suficientemente para sermos BATIZADOS.
"Quem crer e for batizado ser  salvo; quem, porém, não crer será  condenado" (Marcos 16:16).
Este batismo nos põe em Cristo onde somos filhos de Deus pela fé.
"Pois todos vós sois filhos de Deus, mediante a fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes" (Gálatas 3:26-27).
É quando somos sepultados com Cristo no batismo que Deus dá a vida.
"Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida" (Romanos 6:4).
Uma vez que estamos em Cristo e temos esta nova vida, estamos continuamente perdoados, enquanto "andamos na luz" da verdade e da justiça.
"Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado" (1 Joáo 1:7).

in - http://www.estudosdabiblia.net/4auto.htm

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

O “BOCA DE DEUS” FOI PARAR NA BOCA DO LEÃO
I Reis 13.1-26

Propósito Geral: Exortativo.
Tema Específico: As consequencias da obediência
Idéia Central do Sermão:
TANTO A OBEDIÊNCIA A DEUS QUANTO A DESOBEDIÊNCIA TEM CONSEQÜÊNCIAS DIRETAS E IMEDIATAS EM NOSSA VIDA.
Esta é a história de um homem que enquanto obedecia à Deus era “O BOCA DE DEUS”, mas, quando desobedeceu, foi parar na boca de um leão. Por que? Porque tanto a obediência quanto a desobediência tem CONSEQUÊNCIAS diretas e imediatas em nossa vida:
1. AS CONSEQUENCIAS DA OBEDIÊNCIA
Enquanto obedecia, este homem era a voz de Deus onde quer que estivesse:
a) Autoridade espiritual para profetizar contra os altares contaminados. Se fosse hoje, autoridade para profetizar contra as religiões, denominações e igrejas que se desviaram da verdade – vs 1-3.
b) Proteção divina (ao apontar para o profeta, ordenando sua prisão, a mão do rei se secou, congelando sua ameaça) – vs 4.
c) Confirmação divina às suas palavras (ele profetizou contra o altar e o altar fendeu, rachou) – vs 5.
d) Orações respondidas, milagres acontecendo (orou pelo rei e a mão de rei se soltou) – vs 6.
Boca de Deus

2.
AS CONSEQUENCIAS DA DESOBEDIÊNCIA
Ele bem sabia o que Deus havia lhe ordenado (vs 7-10), mas, a lisonja de um profeta velho o seduziu (vs 11-14). E bastou uma falsa revelação para demonstrar que era muito baixo o seu nível de comprometimento com Deus – vs 15-18.
As conseqüências da desobediência caíram sobre sua cabeça:
a) Ele perdeu a direção de Deus sobre a sua vida – vs 19.
b) Foi repreendido e amaldiçoado – vs 21-22.
c) Comeu o pão da amargura e a água do desespero, pois sabia o que lhe iria acontecer; sabia que não poderia se esconder de Deus – vs 23.
d) Pagou o salário do pecado: a morte – vs 24. – Foi parar na boca de um leão.
Boca de Deus

Conclusão
:
A obediência irrestrita à Deus nos leva a provar bençãos sem medida, porém, com a mesma intensidade, mas, em sentido contrário, a desobediência nos leva a provar as amarguras do pecado.
Autoria: Presbítero Vanderlei S. Clagnan
in - http://www.sitedopastor.com.br/o-boca-de-deus-na-boca-do-leao/

Jesus, O Caminho Para Uma Vida Melhor - Terceira de uma série de sete lições

    Jesus, O Caminho Para Uma Vida Melhor

    Terceira de uma série de sete lições


A meta popular de nossa geração é "a vida boa". Este sonho não é novo. Tem sido o desejo de cada era, de mestres e filósofos, de reis e de homens comuns. Mas para verdadeira vida boa, como para qualquer outra coisa boa, JESUS É O CAMINHO.

Jesus Corrige os Equívocos

A vida boa é resumida melhor, provavelmente, na palavra FELICIDADE. Entretanto, quando pensamos em vida boa, pensamos geralmente em prosperidade material, em prazer e em popularidade. É porque supomos que estas são as coisas que trazem felicidade. Jesus rejeita esta suposição. Ouça-o:
"Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui"(Lucas 12:15).
"Ai de vós, os que estais agora fartos! Porque vireis a ter fome. Ai de vós, que agora rides! Porque haveis de lamentar e chorar. Ai de vós, quando todos vos louvarem! Porque assim procederam seus pais com os falsos profetas" (Lucas 6:25-26).
As nossas próprias observações concordam que muitas pessoas ricas e famosas não são felizes. Apesar disso, continuamos a buscar estas coisas e, freqüentemente, ficamos desapontados quando Jesus não as dá para nós. Se Jesus oferecesse estas coisas como o caminho para uma vida melhor, ele seria um fracasso.

Jesus Erradica o Problema

Deus deu ao homem uma vida boa, bem no princípio dos tempos. Mas o homem perdeu-a quando pecou. Com o pecado veio a culpa, o medo, a dor e a morte. O pecado ainda é o devastador. Jesus disse:
"Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. Ora, todos estes males vêm de dentro e contaminam o homem" (Marcos 7:21-23).
Não é verdade que muita infelicidade que temos conhecido está ligada justamente a pecados como estes? É somente abandonando o pecado que podemos ter esperança de encontrar a felicidade.
"Pois quem quer amar a vida e ver dias felizes refreie a língua do mal e evite que os seus lábios falem dolosamente; aparte-se do mal, pratique o que é bom, busque a paz e empenhe-se por alcançá-la" (1 Pedro 3:10-11).
Somente estudando a Lei de Cristo podemos reconhecer o pecado.
". . . o pecado é a transgressão da lei" (1 João 3:4).
Somente seguindo o perfeito exemplo de Jesus podemos evitar o pecado.
"Pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos, o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca" (1 Pedro 2:21-22).
Imagine uma vida sem culpa, sem medo, sem a ansiedade que sempre acompanha uma vida de pecado! Aqui, na verdade, está a paz que ultrapassa o entendimento.

Jesus nos Ensina a Procurar Novas Metas

A meta de um mundo infeliz é o tesouro material. Jesus diz:
"Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu" (Mateus 6:19-20).
Os homens ficam ansiosos para receber, mas relutantes em dar. Jesus diz:
"Mais bem-aventurado é dar que receber" (Atos 20:35).
Os homens consideram um símbolo da vida boa quando são servidos. Jesus diz:
"Quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva . . . tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir"(Mateus 20:26,28).
As metas que o mundo estabelece são alvos que muitos jamais poder o atingir. Sua realização não assegura felicidade e aqueles que falham em atingi-las tornam-se mais angustiados por seus insucessos.
Mas quando nossas metas são mudadas, poderemos estar contentes sem estas coisas que o mundo considera essenciais; elas já não são mais as coisas que estamos buscando. Nosso contentamento e felicidade vêm com a realização de nossos novos objetivos, e sua realização está ao alcance de todos. Todos podem juntar um tesouro no céu, todos podem dar, todos podem ser servos. Se houver qualquer dúvida de que isto traz mesmo a felicidade, basta olhar para qualquer indivíduo que você conheça que esteja realmente praticando isto.
Mas, maravilha das maravilhas, ainda há MAIS:

Jesus Dá o Que Não Esperamos!

Uma vez que aprendermos a não tornar nossas metas em coisas materiais, prazer e fama, Jesus nos dá uma porção inesperada destas mesmas coisas! Ouça-o:
"Portanto, não vos inquieteis, dizendo: Que comeremos? ou, Que beberemos? Ou: Com que nos vestiremos? Porque os gentios é que procuram todas estas cousas; pois vosso Pai celeste sabe que necessitais de todas elas. Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas" (Mateus 6:31-33).
"Dai, e dar-se-vos-á ; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão" (Lucas 6:38).
"Pois todo o que se exalta será  humilhado; e o que se humilha será exaltado" (Lucas 14:11).

Como Jesus o Faz?

Não podemos jamais saber todos os modos pelos quais o Senhor cumpre Suas promessas. Mas um deles é através da simples sabedoria de Suas instruções. Conhecendo o homem como conhece, e amando o homem como ama, Ele nos pede somente aquelas coisas que são boas para nós; e proíbe somente as que nos são prejudiciais.
Nossa saúde é melhor quando vivemos a vida pura que Jesus ensina. Estamos melhor, financeiramente, porque somos melhores trabalhadores e não temos mais que pagar o alto preço do pecado. A vida familiar é melhor quando aprendemos a pensar primeiro nos outros. E, independente dos problemas e transtornos que ainda teremos que enfrentar, enfrentamo- los com Jesus e com a esperança do céu.

in - http://www.estudosdabiblia.net/3auto.htm