quarta-feira, 28 de setembro de 2016

A ÚLTIMA IMPRESSÃO É A QUE FICA Ezequiel Capítulo 18


    Porque será que acreditamos em certas mentiras? Por exemplo, há uma propaganda de perfume que insiste em incutir em nossas mentes a seguinte ideia: “A PRIMEIRA IMPRESSÃO É A QUE FICA!” 
    Pela nossa experiência de vida, sabemos que isso é mentira, mas, a gente sempre acaba comprando o perfume e, pior ainda, “compramos” também a ideia mentirosa. E a “vendemos” para nossos filhos, amigos e parentes, especialmente quando queremos que eles se vistam bem para um encontro importante ou para uma entrevista de emprego. Mas o fato é que esta frase é uma grande mentira. Quer conferir comigo?
  – Levantem a mão direita todos aqueles que um dia conheceram uma pessoa maravilhosa, mas, depois de a conhecer melhor, decepcionou-se com tal pessoa! Podem baixar as mãos.
    – Agora levantem a mão direita aqueles que um dia “não foram com a cara” de uma pessoa quando a conheceram, mas depois, com a convivência, descobriu tratar-se de uma pessoa boa, que não era nada daquilo que parecia ser e hoje, quem sabe, são até amigos! Podem baixar as mãos! Obrigado.
    Viu? Eu não disse que essa idéia sobre a primeira impressão é uma tremenda mentira?
A primeira impressão é muito importante, especialmente para quem tem um encontro ou uma entrevista de emprego, mas, de fato, a impressão que fica É A ÚLTIMA!
    Este maravilhoso Capítulo do Livro do Profeta Ezequiel ajuda-nos a quebrar alguns preconceitos inúteis:
1. Cada pessoa responde diante de Deus somente por si
“Deus pergunta: – Qual é a de vocês? Porque vocês ficam dizendo que vocês estão sofrendo por causa dos pecados dos seus pais? Nunca mais digam isso! A alma do pai é minha, a alma do filho também é minha. A alma que pecar, essa morrerá” (paráfrase dos versos 1 a 4).
2. Um homem bom pode ter a infelicidade de ter um filho ladrão e assassino
Não julgue o pai pelos erros de seus filhos. Veja o que diz Ezequiel:
“Se um homem justo… gerar um filho ladrão, derramador de sangue… (não responderá pelo filho)” (versos 5 a 13).
3. Um ladrão e assassino pode gerar um filho justo
Não julgue os filhos de um bandido pelos atos de seu pai.
    “… o filho não morrerá pela iniquidade de seu pai” (versos 14 a 18).
4. O perverso pode se converter
Não julgue o perverso que se converteu, como se isso não fosse possível.
    Ninguém está autorizado a cometer perversidades, mas, se de fato, vier a se arrepender Deus promete perdoar seus pecados “… e de todas as iniquidades que cometeu não haverá lembrança contra ele” (versos 21 a 23). 
5. O justo que “virar a cabeça” cairá em desgraça    Mesmo que tenha sido bom e justo toda a vida, se alguém virar a cabeça “… de todos os atos de justiça que tiver praticado não se fará memória” (verso 24).
Pois, “A ÚLTIMA IMPRESSÃO É A QUE FICA!!!”
    Deus julgará cada um segundo os seus caminhos e nos faz um convite apaixonado, maravilhoso, irrecusável:
    “Convertei-vos e desviai-vos de todas as vossas transgressões; e a iniquidade não vos servirá de tropeço. Lançai de vós todas as vossas transgressões com que transgredistes e criai em vós coração novo e espírito novo; pois, por que morreríeis, ó casa de Israel? Porque não tenho prazer na morte de ninguém, diz o Senhor Deus. PORTANTO, CONVERTEI-VOS E VIVEI” (versos 30 a 32).
Autor: Pr Franco
in - http://www.sitedopastor.com.br/a-ultima-impressao-e-a-que-fica/

CURSO “QUEM FOI JESUS?” Lição 3 – O mistério da união das duas naturezas – a humana e a divina – na pessoa de Jesus

Não basta considerar que Cristo é humano e divino; é preciso pensar também como que as duas naturezas se relacionavam em Cristo. Afinal, como pode uma só pessoa ser humana e divina? Este mistério tem explicação? Como explicar este mistério?
1. Os Elementos Fundamentais da União das Duas Naturezas
Ao pensarmos na união da natureza divina e humana na pessoa de Cristo, não podemos deixar de considerar alguns elementos fundamentais que ajudam a entender um pouco o mistério:
a) A Imagem de Deus no Homem
A imagem e semelhança do homem com Deus propiciam uma base da união do divino com o humano na pessoa de Cristo. Há algo em comum entre Deus e o homem que tornou possível a união das duas naturezas em Cristo.
b) A encarnação de Cristo
A encarnação foi o mistério da união. A segunda pessoa da Trindade uniu-se à natureza humana e decidiu encarnar-se numa pessoal real. Assim, as duas naturezas unem-se numa só pessoa.
2. As Explicações do Mistério da União
Tem havido várias teorias tentando explicar o mistério da união das duas naturezas em Cristo. Destacamos as principais:
a) A Teoria da Comunhão das Propriedades
Este modo de explicar, que é antigo, afirma que cada uma das duas naturezas, na união hipostática (numa pessoa), reteve suas propriedades essenciais, e, ao mesmo tempo, houve uma comunhão genuína entre as duas naturezas, de modo que as propriedades de uma eram verdadeiramente comunicadas a outra. Desta forma, tentou-se evitar que se atribuísse certos atos de Cristo à sua natureza divina e outros, à humana. Este conceito parece estar de acordo com algumas evidências bíblicas.
b) A Teoria “Extra-Calvinista”
Esta interpretação, cujo nome se deve ao fato de ter sido defendida pela igreja reformada no século XVI, afirma que o Verbo eterno (João 1.1-5) jamais renunciou suas funções e atributos, mesmo durante o tempo em que esteve aqui na terra. Ele sempre foi o sustentador de todas as coisas (Colossenses 1.17, Hebreus 1.3) e permaneceu superior aos anjos (Mateus 26.53, Hebreus 2.9).
c) A Teoria do Esvaziamento
Esta teoria, também conhecida como kenosis, afirma que em sua humanidade o Verbo renunciou a muitos de seus atributos divinos essenciais, como onipotência, onisciência, onipresença. Sua base bíblica é Filipenses 2.7, onde se diz que Cristo “esvaziou-se”.
Uma forma modificada desta teoria argumenta que os atributos divinos foram tornados latentes ou exercidos apenas a intervalos ou, ainda, que a kenosis relacionava-se apenas com a consciência de Cristo e não com o seu ser.
Parece evidente que Jesus estava de alguma forma limitado na sua pessoa humana quanto ao exercício dos poderes da divindade, mas não talvez quanto à sua qualidade de divino. Ele tinha a plenitude da divindade (Colossenses 2.9), mas nas limitações do seu corpo. Como um mergulhador que, debaixo d’água, conserva a plenitude da sua natureza humana, mas fica limitado nas suas funções (como respirar, por exemplo) por estar temporariamente numa condição de existência que não lhe é própria, assim também podemos pensar de Cristo, que, por estar na condição de humano, ficou limitado no exercício de algumas de suas atribuições divinas, sem deixar de ser divino.
d) A Teoria da Submissão ao Pai
Uma outra maneira de compreender a encarnação é apresentada por João (João 4.34, 6.38, 6.44, 7.16, 7.27, 7.50, 7.54, 10.18), onde se ensina que Cristo é um ser que vive em absoluta dependência do Pai. O Verbo participa da natureza divina em toda a sua plenitude, e como Filho, é sempre proveniente do Pai.
Essa geração divina é expressa por ele vivendo sob as condições humanas, em dependência completa e cheia de adoração ao Pai. Em cada momento e detalhe, todas as prerrogativas e perfeições da divindade estão ao seu dispor, mas ele se submete à vontade do Pai em todas as coisas: conhecimento, palavras, atos, conflitos e sofrimentos.
Atenção: Estas diferentes maneiras de se interpretar a união das duas naturezas na pessoa de Jesus não se excluem, necessariamente, mas representam diferentes enfoques da mesma realidade. Na pessoa de Cristo estão unidas as duas naturezas, humana e divina. Embora não se possa explicar exatamente como isto acontece, devemos crer no testemunho das Escrituras, e podemos afirmar que as duas naturezas estão presentes e unidas em Jesus, sem confusão, sem mudança, sem divisão, sem separação, conservando, cada qual, a sua própria especificidade.
3. Os Efeitos da União das Duas Naturezas na Pessoa de Cristo
Com a união das duas naturezas em uma só pessoa, Cristo tornou-se o perfeito mediador dos homens (1 Timóteo 2.5, 1 João 2.2, Efésios 2.16-18).
A união do divino com o humano em Cristo trouxe a glória do Filho de Deus para o homem e a morte do homem para o Filho de Deus.
Sem dúvida, este foi o maior efeito da união. É provável que o Senhor Jesus tenha sido tentado no sentido de lançar mão das prerrogativas da sua divindade para aliviar os sofrimentos da sua humanidade, o que ele recusou terminantemente fazer (Mateus 4.4ss, Mateus 26.53-54).
Depois de provar e vencer a morte, Cristo foi glorificado, retornando ao seu estado de glória eterna (João 17.5), e assentou-se sobre o trono do universo junto com o Pai, deixando preparado o caminho para a glorificação dos que o seguem.
Ele é, para sempre, Deus-homem (glorificado) (Hebreus 7.24-28).
PERGUNTAS1. Melhorou sua compreensão do mistério da união das duas naturezas – a humana e a divina – na pessoa de Jesus Cristo? Como?
2. Você tem alguma dúvida ou objeção a este ensino?
3. O quê este ensino pode significar para a raça humana?
4. O quê este ensino significa para você?


Autoria: Pr Ronaldo Franco  –  Data: 07.05.2005

Fonte: Manual de Teologia Sistemática, Zacarias de Aguiar Severa, A. D. Santos Editora, 1a Edição.
in - http://www.sitedopastor.com.br/quem-foi-jesus/#licao3

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

PELOS FRUTOS CONHECEREIS QUEM É SALVO! Mateus 13.1-9; 18-23.


Ficha do Texto
Tempo Bíblico: Tempo de Jesus.
Para Quem foi Escrito? Para a Igreja primitiva.
Quando? Depois da destruição de Jerusalém, no ano 70 d.C., quando a Igreja experimentava um grande crescimento.
Porque? Os cristãos judeus queriam impor a Lei como a mediadora entre Deus e os homens e, os cristãos gentios, por sua vez, queriam viver sem nenhum tipo de lei, aproveitando-se da sua liberdade em Cristo Jesus para darem vazão às obras da carne.
Para Quê? Para corrigir os erros de ambos os grupos e dar à Igreja uma base teológica consistente para um crescimento sadio.
Assunto Principal: Somente os verdadeiros salvos “frutificam”.
Ficha do Sermão
Propósito Geral: Consagratório.
Propósito Específico: O ouvinte deverá engajar-se na obra de Deus, para produzir os frutos que se espera de um verdadeiro cristão.
Introdução
Quebra-Gelo: ____________________________________________________________
(Faça a leitura do texto)
Gancho: ________________________________________________________________
Afirmação Teológica: O único modo de saber se uma pessoa realmente é salva é veri-ficando seus frutos.
Frase de Efeito: PELOS FRUTOS CONHECEREIS QUEM É SALVO!
– Quer saber o que simbolizam os diversos tipos de solos descritos nesta parábola?
– Simbolizam o caráter e o coração das pessoas que ouvem a Palavra de Deus. Vejamos:
1) O SOLO À BEIRA DO CAMINHO simboliza o homem de coração endurecido (vs 4 e 19).
Nota: Esse coração é “via pública”, onde transitam todas as idéias e más influências; por isso ficou assim endurecido:
– Incapaz de acolher a mensagem do reino.
– Completamente insensível para as coisas do mundo espiritual.
– Há muito tempo preferiu não dar ouvidos a Deus.
Pelos frutos conhecereis quem é salvo!
Romanos 1.20-21 diz que estes indivíduos deliberadamente desprezam a Deus: “Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis; porquanto, tendo conhecido a Deus, contudo não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes nas suas especulações se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu”.
Com estas pessoas, Satanás age com dupla garantia:
(1) Que a terra batida continue endurecida, para não acolher a Palavra, e;
(2) Que as aves roubem a semente, antes que qualquer chance de vida apareça.
Ilustração: ____________________________________________________________
Aplicação: Se é este o seu caso, deixe-me alertá-lo: Você está a caminho da condenação eterna. Viverá sem Deus, morrerá sem Deus e passará toda a eternidade longe de Deus, em sofrimentos indescritíveis.
Apelo: Clame por sua alma, enquanto é tempo! Se a vida endureceu o seu coração, há alguém que pode quebrantá-lo: Jesus Cristo. Renda-se a Ele! Frutifique!
Pelos frutos conhecereis quem é salvo!
2) O SOLO ROCHOSO simboliza o homem de coração superficial (vs 5, 6, 20 e 21).
Nota: Onde há pouca terra e o pedregulho fica perto da superfície, a semente se desenvolve rapidamente, porque o calor do dia, preservado pelas pedras, fornece o calor necessário para um desenvolvimento rápido, mas a semente não pode lançar raízes, devido à superficialidade do solo. Tal homem:
– Sente atração imediata pela pregação do reino dos céus e com alegria a recebe (achando que ela é capaz de lhe satisfazer todas as necessidades e esperanças). O falso calor da emoção cria de imediato uma expressão de in-tensa religiosidade, porém, superficial.
– Ele tem visão superficial dos deveres, da responsabilidade e dos sofrimentos que a adoção da mensagem por impor-lhe.
– Quando lhe sobrevêm a “angústia” e a “perseguição” a alegria desaparece e a intensidade do interesse diminui; são os sinais da morte iminente.
Pelos frutos conhecereis quem é salvo
Estes indivíduos não querem, de fato, seguir Jesus, pois o discipulado importa em sofrimentos. Disse Jesus: “ …quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim” (Mateus 10.38). Tomar a cruz é um morrer diário. Ninguém deve esperar que a aceitação da mensagem evangélica o isente dos problemas da vida humana. O evangelho nos traz esperança em meio aos sofrimentos.
Ilustração: ____________________________________________________________
Aplicação: Se é este o seu caso, deixe-me alertá-lo: Você também está a caminho da condenação eterna. Deus não aceitará suas desculpas por abandonar o caminho. Crie raízes e frutifique!
Pelos frutos conhecereis quem é salvo!
Apelo: Clame por sua alma, enquanto é tempo! Se a cruz parece-lhe pesada, peça forças a Deus, mas deixe de dar desculpas por seu fracasso como cristão.
Pelos frutos conhecereis quem é salvo!
3) O SOLO COBERTO DE ESPINHOS simboliza o homem de coração mundano (vs 7 e 22).
Retruco: Alguns pensam que o termo bíblico “mundano” aplica-se somente àquelas pessoas que estão atoladas em sérios e vergonhosos pecados, mas, mundano é todo aquele que se dedica aos “cuidados do mundo”.
Nota: A semente cresce e produz, mas a planta não floresce por causa dos obstáculos. Tem raízes, mas as “ervas daninhas” e os “espinhos” não permitem o aparecimento de frutos maduros. Tal homem:
– Recebe a Palavra com sinceridade e boa intenção, mas preenche sua vida com diversos cuidados do mundo (conforto, fama, prestígio, posição social, laser, possessões materiais), ao ponto da vida espiritual tornar-se simples-mente impossível, pois o coração repleto de interesses materiais sempre encontra razões para continuar sua busca e até intensificá-la.
– É impossível manter a busca espiritual e a materialista ao mesmo tempo e obter êxito nas duas.
Jesus alertou: “Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas” – Mateus 6.24.
Ilustração: ____________________________________________________________
Aplicação: Se é este o seu caso, deixe-me alertá-lo: Você também está a caminho da condenação eterna. Deus não o perdoará por trocar a glória celestial por bens e valores materiais. Dedique-se ao reino de Deus e frutifique!
Apelo: Clame por sua alma, enquanto é tempo! Você precisa romper com este mundo. Quem é amigo do mundo é inimigo de Deus. Converta-se a Cristo verdadeiramente, agora mesmo!
Pelos frutos conhecereis quem é salvo!
4) O SOLO BOM simboliza o coração que recebeu a Palavra de Deus (vs 8 e 23).
Nota: Mesmo a produção mais baixa (30 por 1) era considerada alta para os agricultores daquela época e ainda o é, hoje em dia.
– O solo bom é aquele que não é via pública de idéias e influências humanas.
– O solo bom é aquele que tem profundidade.
– O solo bom é aquele que está livre de ervas daninhas e espinhos.
– O solo bom é aquele que foi revirado, rasgado pelo arado, preparado.
Assim diz a Palavra de Deus, quanto aos frutos de um crente verdadeiro: “Os jus-tos florescerão como a palmeira, crescerão como o cedro no Líbano. Estão planta-dos na casa do Senhor, florescerão nos átrios do nosso Deus. Na velhice ainda darão frutos, serão viçosos e florescentes, para proclamarem que o Senhor é reto. Ele é a minha rocha, e nele não há injustiça” – Salmo 92.12-15.
 A sua morte na cruz nos trouxe vida – Efésios 2.4-7.
Aplicação: Se é este o seu caso, aleluia! Deus seja louvado!
Pelos frutos conhecereis quem é salvo!
Apelo: Coloque-se nas mãos de Deus e diga ao Senhor: “Eis-me aqui; usa-me a mim”. Usa-me no Teu reino para o que quiseres (evangelizar, discipular, apoiar, etc). Aliste-se neste exército de Deus, vitorioso. Mais que vitorioso.
Pelos frutos conhecereis quem é salvo!
CONCLUSÃO:
Não basta ouvir a Palavra de Deus. É preciso abrir o coração, suportar a angústia ou a perseguição e livrar-se de todo embaraçado da vida. Somente corações assim podem “frutificar” para Deus.
Pelos frutos conhecereis quem é salvo!
Apelo Final:
Abra seu coração para a Palavra de Deus – verdadeiramente. Deixe-a trans-formá-lo em “terra boa”, terra profunda, livre de embaraços, produtiva. Pois, somente pelos frutos pode-se conhecer quem é salvo.
(Você pode baixar, copiar ou imprimir este sermão, porém somente seu uso através da palavra fala-da está previamente autorizado. Os Direitos Autorais são mantidos. Qualquer outra forma de utilização dependerá de autorização por escrito. O Site do Pastor dispensa os pregadores que usam suas mensagens da obrigação moral e ética de citar a fonte.)
Pelos frutos conhecereis quem é salvo
10.09.2005.
in - http://www.sitedopastor.com.br/pelos-frutos-conhecereis/

CURSO “QUEM FOI JESUS?” Lição 2: Jesus – 100% Deus

CURSO “QUEM FOI JESUS?”
Lição 2: Jesus – 100% Deus
Ele era 100% homem.
Mas, também, Ele era Deus; 100% Deus.
A divindade Jesus também está revelada na Escritura. Isto é claramente percebido, atentando-se para os seguintes elementos:
1. Os aspectos miraculosos relacionados com CristoCristo foi, em sua vida e obra, envolvido por tantos fatos miraculosos, de modo que não se pode negar que ele estava acima da categoria humana.
a) A geração sobrenatural de Jesus – Lucas 1.34-35;
b) Seus muitos e variados milagres – Mateus 8.1-4, Marcos 9.2-8, Lucas 9.10-17, João 9;
c) Suas demonstrações de poder sobre a natureza – Mateus 8.23-27; Mateus 14-22-33, Lucas 5.1-10;
d) Suas demonstrações de poder sobre o corpo e a vida do homem – Lucas 7.11-17, Lucas 8.49-56, João 5.1-18, João 11;
e) Suas demonstrações de poder sobre os espíritos maus – Mateus 12.22, Marcos 5.1-14;
f) O fato da sua ressurreição, com as aparições miraculosas – Mateus 28, Lucas 24;
g) Sua ascensão – Atos 1.6-11.
Tudo isto revela a natureza divina de Jesus.
Ninguém foi como ele nestes aspectos.
2. A consciência de Cristo da sua divindade 
O próprio Cristo tinha consciência da sua divindade.
a) Ele mesmo se igualava ao Pai na vida – João 5.26;
b) Na honra – João 5.23;
c) Na glória – João 17.5;
d) Na eternidade – João 8.58;
e) No nome – João 8.24;
f) Na fórmula batismal – Mt 28.19;
g) Ele declara sua união com o Pai – João 5.18; João 10.33,38.
Portanto, não foram só os discípulos que creram ser Jesus o Filho de Deus.
O próprio Cristo sabia da sua natureza divina.
3. As prerrogativas divinas de Cristo
Jesus Cristo exerce atribuições que só cabem à divindade:
a) Ele tem autoridade para perdoar pecados (Marcos 2.10);
b) Ele tem autoridade para alterar a Lei de Deus (Mateus 5.21ss);
c) Ele tem autoridade sobre o sábado (Marcos 2.28);
d) Ele tem autoridade sobre a vida dos homens (Mateus 16.24-26);
e) Tem poder para salvar os homens dos seus pecados (Mateus 1.21; João 8.34-36).
Se ele pode todas estas coisas é porque é divino.
4. O testemunho dos apóstolos acerca de Cristo
Por fim temos o testemunho daqueles que conviveram com Cristo e ficaram encarregados de testemunhar de toda a verdade. Para os apóstolos, Jesus Cristo é divino. Os escritos do Novo Testamento não deixam nenhuma dúvida a esse respeito. Basta ver os textos como João 1.1, Romanos 9.5, Tito 2.12, Hebreus 1.18 e 1 João 5.20. Negar que Cristo tinha a natureza divina é ignorar totalmente o testemunho claro da Palavra de Deus ou não crer nos ensinos das Escrituras.
Cristo não tinha só a natureza humana, mas também a divina.
PERGUNTAS1. Você entendeu por quê afirmamos que Jesus Cristo era 100% divino?
2. Você tem alguma dúvida ou objeção a este ensino?
3. O quê este ensino pode significar para a raça humana?
4. O quê este ensino significa para você?

Autoria: Pr Ronaldo Franco  –  Data: 07.05.2005
Fonte: Manual de Teologia Sistemática, Zacarias de Aguiar Severa, A. D. Santos Editora, 1a Edição.
in - http://www.sitedopastor.com.br/quem-foi-jesus/#licao2

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Número e seu significado no Apocalipse

O significado dos números. O livro do Apocalipse usa um estilo literário que emprega significados simbólicos dos números. A tabela abaixo ajudará a entender a mensagem do livro. Esses significados serão mais explicados no decorrer do estudo do texto.

Número  - Significado 

1 -  Unidade, algo incomparável ou exclusivo
2 -  Força, coragem, poder
3 - Divino (as três pessoas divinas)
4 - Coisas do mundo
6 - Algo incompleto, fracasso
7 - Perfeição ou totalidade
10 - Totalidade ou plenitude
12 - Totalidade, especialmente do povo de Deus (12 tribos, 12 apóstolos)
24 - Representantes do povo de Deus de todos os tempos (12 tribos + 12 apóstolos)
1.000 - Totalidade ou plenitude (10 x 10 x 10)
144.000 - Um número completo do povo de Deus (12 x 12 x 10 x 10 x 10)
3½ - anos; 42 meses; 1.260 dias; “Um tempo, tempos, e a metade de um tempo” Período de tempo breve ou indefinido (metade de 7, que representa algo completo)

CURSO “QUEM FOI JESUS?” Lição 1: Jesus – 100% homem

CURSO “QUEM FOI JESUS?”
Lição 1: Jesus – 100% homem
Ele era homem; 100% humano.
Leia os relatos de seus próprios discípulos e confirme esta verdade:
1. Sua vida natural mostra sua condição humanaa) Ele está nas listas das genealogias humanas – Mateus 1.1-16; Lucas 3.23-38.
b) Seu nascimento foi normal e humano – Mateus 1.25; Lucas 2.7; Gálatas 4.4.
c) Seu crescimento e desenvolvimento foram aparentemente normais – Lucas 2.40-52; Hebreus 5.8.
d) Ele esteve sujeito às limitações físicas normais de um ser humano:
– Cansaço – João 4.6
– Fome – Mateus 21.18
– Sede – Mateus 11.19
e) Sofreu intensa agonia de alma e corpo antes da morte física – Marcos 14.33-36; Lucas 22.63; Lucas 23.33.
f) Experimentou todas as categorias de emoções humanas:
– Alegria – Lucas 10.21
– Tristeza – Mateus 26.37
– Amor – João 11.5
– Compaixão – Mateus 9.36
– Surpresa – Lucas 7.9
– Ira – Marcos 3.5
g) Padeceu e morreu nas mãos dos homens – Lucas 24.44; João 19.33.
2. Sua vida religiosa mostra sua condição humana
a) Jesus Cristo participou da adoração pública – Lucas 4.16.
b) Estudou, meditou e explicou as Escrituras – Mateus 4.4ss; Mateus 19.4; Lucas 2.46; Lucas 24.47.
c) Orava publicamente – Lucas 3.21.
d) Orava individualmente (às vezes, a noite toda) – Lucas 6.12.
e) Foi submisso a Deus e era totalmente dependente dele – João 6.38; João 12.49.
3. Seu conhecimento limitado mostra sua condição humana
Embora Cristo fosse incomparavelmente superior aos homens no seu conhecimento (João 1.47; João 4.29; Lucas 6.8; Lucas 9.47) e compreendesse a Escritura do Antigo Testamento de maneira singular (Mateus 22.29; Mateus 26.54-56; Lucas 4.21ss; Lucas 24.27; Lucas 24.44ss), contudo, o conhecimento de Cristo mostrava-se de alguma forma limitado (Marcos 5.30ss; Marcos 6.38; Marcos 9.21; Lucas 2.46; Marcos 13.32).
4. Suas tentações mostram sua condição humana
Em Hebreus 4.15 está escrito que Cristo foi tentado como nós em todas as coisas, mas nunca pecou.
Neste ponto podem surgir duas objeções:
a) As tentações de Cristo não foram reais, porque ele não tinha natureza pecaminosa como nós. A resposta a esta objeção é que os puros também sofrem tentações, assim como Adão e os anjos, antes da queda.
b) Cristo não podia pecar, dada a sua natureza sem pecado. Respondemos que é preciso considerar a intensidade das tentações. Em nosso caso, Deus filtra as tentações antes que elas cheguem até nós (I Coríntios 10.13). Qual seria a medida da intensidade da tentação que Deus permitiu a Jesus? (Mateus 4.4ss; Lucas 22.44). O fato de ele ser tentado como nós revela que Cristo tinha a nossa natureza.
É preciso ressaltar que Jesus Cristo, embora humano, estava livre da depravação moral provocada pela queda (Hebreus 4.15; Hebreus 7.26; II Coríntios 5.21) e de qualquer transgressão pessoal. Ele foi um ser humano sui generis, quer dizer, único no gênero.
No entanto, segundo a Bíblia, não pode haver dúvida de que Cristo era de natureza humana, como nós, mas, com a diferença que ele não tinha a natureza corrupta que nós temos, nem praticou qualquer pecado em toda a sua vida.
PERGUNTAS1. Você entendeu por quê afirmamos que Jesus Cristo era 100% humano?
2. Você tem alguma dúvida ou objeção a este ensino?
3. O quê este ensino pode significar para a raça humana?
4. O quê este ensino significa para você?

Autoria: Pr Ronaldo Franco  –  Data: 07.05.2005
Fonte: Manual de Teologia Sistemática, Zacarias de Aguiar Severa, A. D. Santos Editora, 1a Edição.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

MARCAS DE UMA PESSOA CONVERTIDA

Há quatro marcas notáveis nos convertidos de Tessalônica. Leia I Tessalonicenses 1.9,10.
1. ELES SE VOLTARAM PARA DEUS.
Eles se tornaram para Deus. Esta é a primeira marca de uma pessoa convertida. Ao invés de temer Deus, ele está em paz com Deus; ao invés de se esconder Dele, ele diz: “Tu és meu refúgio”; ao invés de considerar Deus um duro patrão ou severo juiz, ele O conhece como seu amável Pai.
2. ELES ABANDONARAM OS ÍDOLOSEles se tornaram dos ídolos. Outros dentre nós, além dos ateus que adoram madeira e pedra, têm ídolos. Qualquer coisa que é permitida e usurpa o lugar de Deus na alma é um ídolo; qualquer coisa de si próprio que se coloque como esperança de bênção futura é um ídolo. Está você esperando um favor de Deus por causa de seu viver moral, suas orações ou seus votos? Então estas coisas são seus ídolos. Eles permanecem entre você e as bênçãos de Deus. Uma marca de uma pessoa convertida é que atirou ao vento tudo o que foi previamente base para suas esperanças – seus próprios esforços e resoluções, tudo aquilo que ficava entre ele e Deus.
3. ELES ESTAVAM AGORA SERVINDO AO DEUS VIVO E VERDADEIROEles estavam servindo agora ao Deus vivo e verdadeiro. Um homem não convertido serve a si mesmo e a Satanás; um homem convertido busca servir a Deus em todos os detalhes de sua vida. Tudo sobre seu controle se torna convertido assim como ele é convertido. Se ele é um vendedor de tecidos ele é cuidadoso em vender um metro de cem centímetros, se é um leiteiro, se certifica que seu leite é leite e não leite e água. Tudo sobre ele dá testemunho de que ele agora é servo de Deus.
4. ELES ESTAVAM ESPERANDO PELA VOLTA DE JESUS
Eles estavam esperando pelo Filho de Deus dos céus. Popularidade, fama, sucesso, riqueza, não são objetos de ambição de um homem realmente convertido. Ele conhece Jesus como seu Libertador do juízo vindouro e suas esperanças estão postas no mundo no qual o Filho de Deus é o Centro de tudo. Ele busca por Ele e seu mais querido desejo é ser gratificado quando se encontrar em Sua presença para sempre. Oh, que estas quatro marcas possam ser mais visíveis em cada um de nós!
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